António José Seguro
O líder do PS tem andado eufórico porque segundo diz alguns ministros do governo dfendem o mesmo que ele, isto é, concordarão com o que defende o Seguro. E o que defendem esses ministros com que Seguro se identifica, são contra a destruição do Estado Social, acham que os cortes destinam-se a compensar os falhanços de Gaspar na execução orçamental, defendem que são um transvase de riqueza dos mais pobres para os mais ricos? Não.
O que Seguro parece defender não é uma política diferente ou o que estava previsto no memorando e que não é nada do que o Gaspar defende. O líder do PS parece defender as teses de Vítor Gaspar, a divergência está apenas na dose ou na forma de ministrar a receita. Digamos que o Seguro defende o prato do Gaspar mas servido às meias doses, já foi assim com os subsídios quando defendeu o corte de apenas um e parece ser agora com a destruição do Estado Social.
Seguro não é contra a destruição do país, apenas acha que essa destruição devia ser feita em quatro anos em vez de apenas um, digamos que o líder do PS defende uma versão mais homeopata da terapia, com os medicamentos mais diluídos.
À vezes apetece perguntar se este Seguro é mesmo o líder do PS ou se é o presidente dos TSD.
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